De ano novo: promessa.

Bom, deixa eu explicar né?

No dia 1º de janeiro, eu fiz eu a tradicional listinha de coisas que eu quero fazer esse ano. É curtinha, tem uns 6 itens, e vou falar da maioria deles por aqui. O que eu tô fazendo pra cumprir, se já cumpri, se larguei mão (espero que não mas… acontece).

Resolvi falar de uma coisa que eu já risquei da lista, e talvez muita gente não entenda, porque coisas passionais são realmente assim.

Acho que todo mundo que lê o blog sabe que eu sou corinthiana doente, então ÓBVIO que ia ter Corinthians pro ano novo. No começo de dezembro (ou no fim de novembro?), um amigo lançou uma promessa no grupo de Whatsapp: ir andando do Parque São Jorge ao embarque do Aeroporto de Guarulhos se o Corinthians ganhasse o Mundial. Pra você que não é de SP, ou não tem muita noção, são mais ou menos 20km ou uns 25 minutos de carro, menos até. EIS que eu, apaixonada cega que sou, peguei a promessa pra mim, assim como outro amigo (não vou citar o que desistiu pra não pegar mal).

E o Corinthians ganhou né gente? MUITA alegria, MUITA comemoração, fogos, fotos, bebidinha, churrasco, reprises infinitas do jogos (acho que no dia assistimos umas 3). Enfim, passaram as festas e decidimos ir no dia 5 (sábado).

A semana inteira fez um tempo meia boca, muita nuvem, zero sol. Mas sábado não, sábado fez um calor das arábias. E a gente cumpriu, os meninos com muito mais força do que eu. E olha que eu era atleta no colégio, metida a superar geral. 2 litros de água na mochila, repelente e óculos.

Uma foi feita por calçadas, do Parque São Jorge ao Parque Ecológico. No Parque Ecológico tinha a pista de caminhada e era tranquilo, passamos pelo CT da Portuguesa, e pelo do Corinthians, o que deu uma animada boa. Ficamos uns 5 minutos tirando foto com a parede, que nem bobos. Mas além do Parque, fomos pelo acostamento, pelos cantinhos de estrada, pelos matinhos. Atravessamos estradas correndo, gritando: 1,2,3, vai!

Não recomendo pra ninguém, é perigoso pra caramba. Os motoristas mais babacas tiram fina. Um moço mais legal, corinthiano, buzinou pra gente. Mas eu já tava doidona e não assimilava direito o que tava rolando. Passamos por presídio, por parque, por mato, por fábrica. Os 20 km, 4 horas, mais difíceis da minha vida. Eu respirei fundo várias vezes pra não desmaiar, passei malzão no final. Os meninos foram incríveis, mas imagino que eu nem precise dizer isso. Só louco pra fazer isso, e depois rir. Porque foi o que a gente fez, depois de se situar, lavar o rosto, pedir uns 300 lanches no McDonalds. A gente ficou rindo, o corpo todo dormente.

Era um misto de felicidade por ter conseguido terminar, de ter cumprido com um monte de dor (cabeça, ombro, joelho e pé). Acho que vou ler isso daqui uns anos e me achar muito doida, ou talvez eu faça outra coisa dessas.

E com bolhas nos pés (ainda), marcas ridículas de sol (de camiseta, de shorts e de relógio hahaha) e o nariz descascando, eu digo que já posso riscar a primeira coisa da listinha de 2013.

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(Juntei as fotos que lembramos de tirar, inclusive a do meu bronzeado ridículo pra vocês NUNCA se esquecerem do protetor solar.)

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Matando o tempo pra ele não me matar…

Obviamente o último post era agendado. E por um milagre divino eu acordei no horário mas o meu carona não. Era pra cair na estrada as 13h, são quase 16h. RISOS  e o pensamento de que deus NÃO ajuda quem cedo madruga.

Coisas bonitas pra me distrair, já que dormir me parece uma ótima opção mas NÃÃÃO… posso.