100 em 365.

CEM filmes em 365 dias. Mais uma coisa que eu me prometi nesse ano.

Eu devo ter assistido até mais ano passado, mas achei justo encaixar só 100 em 2013. Tenho outros planos pra esse ano também.

Em 2012 tentei anotar os filmes que assistia, pra ter controle e não assistir de novo, o que eu faço muito sem perceber. Ia postando no Twitter, mas depois de um tempo acabava esquecendo, e virou bagunça. Ia criar uma tag pra manter um controle MAAAAS eis que descobri um site em que você pode dar check-in nos filmes que já viu/está vendo.

O IcheckMovies funciona como um Foursquare, é só logar e procurar o filme pra dar check-in. *A maioria está com o título em inglês, o site é gringo, então é legal saber o título original. Geralmente na página de informação de programa da NET tem.*

Pelo que eu percebi, muita gente dá check-in em todos os filmes que já viu na vida. Como meu lance é marcar os 100, tô marcando quando vejo. E pra quem não tem uma meta, é legal ver as listas dos outros. Algumas listas tem temas, por exemplo: “clássicos” “filmes de luta”. É legal pra conhecer novos filmes.

Dá pra dar opinião sobre também, o que é bom de ler quando você vai baixar algum filme. Joga lá e lê o que a galera comentou, talvez você não se decepcione depois de 2horas de download.

Eu já assisti, até agora 13/01, 12 filmes. Não estou procurando nenhum tema específico, nem recuso filmes que já vi. Se tiverem sugestões eu aceito. Na verdade, só não aceito sugestões de filmes tipo Jogos Mortais, tenho horror a filme assim, de gente com as tripas pra fora. Me adicionem lá, quero ver o que a galera tem assistido.

 

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#Candy-day.

Hoje só vou postar coisas sobre o filme Candy. Meu filme favorito, por sinal.

“Dois amantes se perdem num mundo de luxúria, vício e auto-destruição. O filme conta a história de um homem que se apaixona por dois tipos de “doces”: uma garota chamada Candy e pela heroína. A narrativa mostra a decadência física e moral dos personagens que vão ficando, cada vez mais, dependentes da droga.”

Do CinePop.

*Crítica do Cranik