Lado B.

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Eu nunca vou entender quão 8 ou 80 eu consigo ser. Fiquei tempos fugindo do que costumava fazer, dos velhos hábitos. Essa semana me entreguei ao meu grande prazer da adolescência, um desses velhos hábitos que eu sufoco. Por mil motivos, meus motivos, não cabe citar, deixei de ir em shows. Aqueles shows de fãs de verdade, que tão alí pra banda, que cada música tem realmente um sentido. E se não tem a gente espera que um dia venha a ter.

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Três momentos apaixonantes.

Eu tinha escrito uma porrada de coisa mas achei que vocês iam me achar uma tontona emotiva. Mas a real é que… as vezes eu sou mesmo.

Eu amo ver gente do bem se dando bem. E como é raro. Fresno, Scracho, Forfun. Nessa ordem. Sento pra escrever cansada, com febre. Chá quente me aguarda. Mas era mais forte do que eu. Não ia conseguir dormir sem isso.

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Meio confuso. Mas o que fica disso tudo? Do cansaço, da lágrima do fã do meu lado, da fila, do suspiro quando tocou AQUELA música, do berro quando tocou aquela outra. Das rodinhas, do olhar brilhando. De ter ido doente, tomando remédio no meio do show pra parar em pé um pouco. De fazer conta e perceber que eu conheci tal banda quando tinha 16 anos, no terceiro colegial. Tô velha.

Acho que no final de tudo, é isso que fica. A paz de saber que eu fiz tudo isso, que tem gente que acredita no mesmo que eu. Que sente o mesmo que eu. E se eu escrevo isso num misto de cansaço, dor e lágrimas, meus caros, é porque alguma coisa tá certa nesse mundo.

E eu encerro com esse mantra, que se eu tivesse uma memória melhor cantaria TODO DIA de manhã. E lembraria das tantas pessoas cantando isso, ajoelhadas, realmente desejando o bem.

Obrigada Fresno/Scracho/ForFun pela semana.

Fotos do pós show de quem vos escreve. A morte bateu na porta mas eu não atendi.

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